Matemática da Vida: guia para revisar
Leia a situação, faça sua tentativa e use estas referências para comparar o caminho. As explicações são para conversar e revisar: o texto de cada pessoa não recebe correção automática.
Fechando a compra do mês
Você separou alguns itens essenciais e quer confirmar o total antes de escolher a forma de pagamento.
| Arroz | R$ 28,90 |
|---|---|
| Feijão | R$ 9,80 |
| Óleo | R$ 7,40 |
| Higiene | R$ 24,60 |
| Desconto do caixa | R$ 5,00 |
Calcule
Qual é o valor final depois do desconto?
28,90 + 9,80 + 7,40 + 24,60 − 5,00 = R$ 65,70. Com R$ 80,00, restam R$ 14,30.
Confira o sentido
Uma pessoa estimou que a compra ficaria perto de R$ 70. Essa estimativa é coerente?
- Sim, porque o valor exato ficou próximo de R$ 70.
- Não, porque descontos não entram no total.
- Não, porque o total precisa ser exatamente R$ 70.
Referência: Sim, porque o valor exato ficou próximo de R$ 70.
R$ 65,70 está próximo da estimativa de R$ 70,00; a diferença é R$ 4,30.
Decida
Se você tem R$ 80 disponíveis para essa compra, qual registro é mais útil antes de sair do caixa?
- Quanto sobra depois de pagar.
- A ordem em que os itens foram passados.
- A cor das embalagens.
Referência: Quanto sobra depois de pagar.
Registrar a sobra de R$ 14,30 relaciona o gasto ao dinheiro disponível.
Revise sua explicação
- Mostrei a soma dos itens e a subtração do desconto de R$ 5,00.
- Comparei R$ 65,70 com os R$ 80,00 disponíveis e identifiquei a sobra de R$ 14,30.
- Descrevi uma ação de conferência, como revisar preço, quantidade e desconto no cupom.
Uma estimativa ajuda a conferir; a cobrança exata usa os valores do cupom.
Voltar às situaçõesFechando a compra do mês · novos dados
Você compra materiais para um encontro: cadernos, canetas e papel. O caixa oferece um desconto sobre o total.
| Cadernos | R$ 32,40 |
|---|---|
| Canetas | R$ 17,60 |
| Papel | R$ 20,00 |
| Desconto | R$ 6,00 |
| Dinheiro disponível | R$ 70,00 |
Calcule
Qual é o total depois do desconto?
32,40 + 17,60 + 20,00 − 6,00 = R$ 64,00; 70 − 64 = R$ 6,00.
Confira o sentido
Com R$ 70,00 disponíveis, quanto sobra?
- R$ 6,00.
- R$ 0,00.
- R$ 12,00.
Referência: R$ 6,00.
70 − 64 = R$ 6,00.
Decida
Qual registro ajuda a acompanhar essa compra?
- Somente a cor do papel.
- O total pago, o desconto e a sobra disponível.
- Somente o número do caixa.
Referência: O total pago, o desconto e a sobra disponível.
Total, desconto e sobra permitem conferir o pagamento e o orçamento.
Revise sua explicação
- Usei o desconto uma única vez, obtendo R$ 64,00.
- Registrei a sobra de R$ 6,00.
- Expliquei como compararia os itens e o desconto com o cupom.
Uma estimativa ajuda a conferir; a cobrança exata usa os valores do cupom.
Voltar às situaçõesLendo um extrato
Um extrato mostra movimentos do dia. O objetivo é verificar se o saldo final informado faz sentido.
| Saldo inicial | R$ 430,00 |
|---|---|
| Pix recebido | + R$ 180,00 |
| Conta de luz | - R$ 142,50 |
| Mercado | - R$ 96,40 |
| Saldo final exibido | R$ 371,10 |
Calcule
Qual saldo você obtém ao refazer as movimentações?
430 + 180 − 142,50 − 96,40 = R$ 371,10.
Confira o sentido
O saldo final exibido no extrato está consistente?
- Não, deveria ser R$ 191,10.
- Sim.
- Não, deveria ser R$ 467,90.
Referência: Sim.
O saldo reconstruído coincide com os R$ 371,10 exibidos.
Decida
Se o saldo calculado fosse diferente do extrato, qual atitude é matematicamente mais segura?
- Somar apenas os valores positivos.
- Refazer as operações e identificar qual lançamento gera a diferença.
- Ignorar porque o aplicativo sempre está certo.
Referência: Refazer as operações e identificar qual lançamento gera a diferença.
Se houver diferença, conferir sinais e lançamentos ajuda a localizar sua origem.
Revise sua explicação
- Distingui a entrada de R$ 180,00 das duas saídas.
- Reconstruí R$ 371,10 e comparei com o saldo exibido.
- Expliquei qual lançamento ou sinal verificaria caso os saldos fossem diferentes.
O extrato simplificado não mostra transações fora do período indicado.
Voltar às situaçõesLendo um extrato · novos dados
Uma associação começa o dia com R$ 250,00, recebe uma contribuição e paga duas despesas. O registro manual mostra um saldo final.
| Saldo inicial | R$ 250,00 |
|---|---|
| Contribuição recebida | + R$ 90,00 |
| Material | − R$ 65,50 |
| Transporte | − R$ 44,50 |
| Saldo registrado | R$ 220,00 |
Calcule
Qual saldo as movimentações indicam?
250 + 90 − 65,50 − 44,50 = R$ 230,00; o registro de R$ 220,00 difere em R$ 10,00.
Confira o sentido
O saldo registrado coincide com a conta?
- Sim, ambos são R$ 220,00.
- Não; a conta indica R$ 230,00, R$ 10,00 a mais.
- Não; a conta indica R$ 340,00.
Referência: Não; a conta indica R$ 230,00, R$ 10,00 a mais.
230 − 220 = R$ 10,00 de diferença.
Decida
Como investigar essa diferença?
- Refazer cada lançamento e conferir os comprovantes.
- Trocar o saldo por qualquer valor sem conferir.
- Somar somente os valores positivos.
Referência: Refazer cada lançamento e conferir os comprovantes.
A diferença identifica um problema no registro; não identifica sozinha qual lançamento está errado.
Revise sua explicação
- Usei os sinais de entrada e saída corretamente.
- Identifiquei a diferença de R$ 10,00 sem afirmar sua causa sem dados.
- Propus verificar lançamentos e comprovantes.
O extrato simplificado não mostra transações fora do período indicado.
Voltar às situaçõesDividindo uma conta comum
Três pessoas dividiram uma despesa de R$ 360 e combinaram participações de 50%, 30% e 20%.
| Total da despesa | R$ 360,00 |
|---|---|
| Pessoa A | 50% |
| Pessoa B | 30% |
| Pessoa C | 20% |
| Soma das participações | 100% |
Calcule
Quanto a Pessoa B deve pagar?
Pessoa B: 360 × 0,30 = R$ 108,00. A: R$ 180,00; C: R$ 72,00; total: R$ 360,00.
Confira o sentido
O acordo está completo do ponto de vista percentual?
- Não, porque percentuais não podem ser usados em rateio.
- Não, porque cada pessoa deveria pagar 33%.
- Sim, porque as participações somam 100%.
Referência: Sim, porque as participações somam 100%.
50% + 30% + 20% = 100%, compondo a despesa toda.
Decida
Se uma quarta pessoa entrar no acordo, o que precisa ser revisto?
- Somente o nome da despesa.
- Os percentuais de participação, mantendo a soma em 100%.
- Nada; basta acrescentar outro percentual sem alterar os anteriores.
Referência: Os percentuais de participação, mantendo a soma em 100%.
Uma nova pessoa exige rever as participações mantendo o total em 100%.
Revise sua explicação
- Associei os 30% da Pessoa B à mesma despesa de R$ 360,00.
- Conferi que os percentuais somam 100%.
- Expliquei um critério de divisão proporcional, como uso ou tempo, e como reveria a entrada de outra pessoa.
Somar 100% fecha a conta; a justiça do critério precisa ser discutida pelas pessoas.
Voltar às situaçõesDividindo uma conta comum · novos dados
Duas pessoas dividem R$ 480,00 de um espaço usado em proporções diferentes. Combinaram 60% para A e 40% para B.
| Despesa | R$ 480,00 |
|---|---|
| Participação A | 60% |
| Participação B | 40% |
Calcule
Quanto B paga?
B: 480 × 0,40 = R$ 192,00. A: R$ 288,00. As parcelas somam R$ 480,00.
Confira o sentido
Quanto A paga para completar a despesa?
- R$ 288,00.
- R$ 192,00.
- R$ 480,00.
Referência: R$ 288,00.
480 × 0,60 = 288; 288 + 192 = 480.
Decida
O que falta para afirmar que a divisão é adequada para as pessoas?
- Somar outro percentual sem alterar os anteriores.
- Conhecer e conversar sobre o critério que motivou 60% e 40%.
- Ignorar o uso de cada pessoa.
Referência: Conhecer e conversar sobre o critério que motivou 60% e 40%.
Os percentuais fecham a despesa; sua adequação depende do critério aceito.
Revise sua explicação
- Calculei R$ 192,00 para B e R$ 288,00 para A.
- Conferi 60% + 40% = 100%.
- Distingui fechar a conta de avaliar o critério de participação.
Somar 100% fecha a conta; a justiça do critério precisa ser discutida pelas pessoas.
Voltar às situaçõesEntendendo uma tarifa
Um plano custa R$ 35 por mês e acrescenta R$ 2 por GB usado além da franquia.
| Mensalidade | R$ 35,00 |
|---|---|
| Preço por GB extra | R$ 2,00 |
| GB extras usados | 6 GB |
| Vencimento | dia 12 |
| Status | ativo |
Calcule
Qual será a cobrança total neste mês?
35 + 2 × 6 = R$ 47,00. Para 15 GB extras: 35 + 2 × 15 = R$ 65,00.
Confira o sentido
A expressão 35 + 2x representa esse plano quando x é a quantidade de GB extras?
- Não, seria 35x + 2.
- Sim.
- Não, porque uma tarifa não pode ser representada por expressão.
Referência: Sim.
A parte fixa é 35; a parte variável é 2x, com x em GB extras.
Decida
Se o uso extra costuma chegar a 15 GB, qual informação seria essencial para comparar outro plano?
- O dia da semana em que a conta chega.
- A cor do aplicativo.
- Mensalidade e custo/limite de uso extra do outro plano.
Referência: Mensalidade e custo/limite de uso extra do outro plano.
Comparar outro plano exige mensalidade, franquia e custo de excedente; só um preço isolado não basta.
Revise sua explicação
- Separei a mensalidade de R$ 35,00 dos R$ 2,00 por GB extra.
- Relacionei os 6 GB extras ao total de R$ 47,00.
- Indiquei quais condições de outro plano precisaria conhecer para comparar o meu uso.
O exemplo usa somente mensalidade e excedente; uma contratação real pode conter outras condições.
Voltar às situaçõesEntendendo uma tarifa · novos dados
Um espaço de trabalho cobra R$ 20,00 de taxa fixa por visita e R$ 6,00 por hora de uso.
| Taxa fixa | R$ 20,00 |
|---|---|
| Valor por hora | R$ 6,00/h |
| Uso previsto | 5 h |
Calcule
Quanto custa a visita?
20 + 6 × 5 = R$ 50,00; para 10 h, 20 + 6 × 10 = R$ 80,00.
Confira o sentido
Se você usar 10 h, o total dobra em relação a 5 h?
- Sim, vai para R$ 100,00.
- Não, vai para R$ 80,00.
- Não, continua R$ 50,00.
Referência: Não, vai para R$ 80,00.
20 + 6 × 10 = 80; a taxa fixa é cobrada uma vez.
Decida
Outro espaço anuncia R$ 9,00/h. O que você precisa saber para comparar?
- Se há taxa fixa e outras condições de uso.
- Somente a cor da sala.
- Nada; R$ 9,00/h determina todo o custo.
Referência: Se há taxa fixa e outras condições de uso.
Sem conhecer a taxa fixa e as condições, o preço por hora não basta.
Revise sua explicação
- Separei a taxa fixa do valor por hora, calculando R$ 50,00.
- Expliquei por que 10 h custam R$ 80,00, não o dobro.
- Indiquei as informações que faltam sobre a outra opção.
O exemplo usa somente mensalidade e excedente; uma contratação real pode conter outras condições.
Voltar às situaçõesCalculando um serviço de entrega
Um serviço cobra taxa inicial de R$ 8 e R$ 1,80 por quilômetro percorrido.
| Taxa inicial | R$ 8,00 |
|---|---|
| Preço por km | R$ 1,80 |
| Distância | 12 km |
| Tempo de espera | 0 min |
| Gorjeta | não incluída |
Calcule
Qual é o preço do serviço para 12 km, sem gorjeta?
8 + 1,80 × 12 = R$ 29,60. Para 24 km: R$ 51,20, não R$ 59,20.
Confira o sentido
Se a distância dobrar, o preço total também dobra exatamente?
- Não, porque a taxa inicial continua sendo cobrada uma vez.
- Não, porque o preço por quilômetro desaparece.
- Sim, sempre.
Referência: Não, porque a taxa inicial continua sendo cobrada uma vez.
Dobrar a distância dobra apenas a parte variável; a taxa inicial permanece R$ 8,00.
Decida
Para dar um orçamento antes da corrida, qual variável você precisa estimar?
- O nome do cliente.
- A marca do veículo.
- A distância do trajeto.
Referência: A distância do trajeto.
A distância é necessária para estimar o orçamento neste modelo.
Revise sua explicação
- Separei R$ 8,00 fixos do custo de R$ 1,80 por km.
- Relacionei 12 km ao total de R$ 29,60.
- Expliquei por que o total não dobra e qual distância estimaria antes de cobrar.
Espera e gorjeta não entram no preço calculado; a situação informa espera zero.
Voltar às situaçõesCalculando um serviço de entrega · novos dados
Um serviço de retirada cobra R$ 12,00 de taxa inicial e R$ 2,50 por km percorrido, sem adicionais.
| Taxa inicial | R$ 12,00 |
|---|---|
| Preço por km | R$ 2,50/km |
| Distância | 8 km |
Calcule
Qual é o preço para 8 km?
8 km: R$ 32,00. 16 km: R$ 52,00. A parcela fixa não se duplica.
Confira o sentido
Qual seria o preço para 16 km?
- R$ 64,00.
- R$ 52,00.
- R$ 40,00.
Referência: R$ 52,00.
12 + 2,50 × 16 = 52.
Decida
Antes de comparar com outro serviço, qual condição também pode importar?
- Apenas o nome da rua.
- Somente o modelo do telefone.
- Cobrança de espera, percurso considerado e adicionais.
Referência: Cobrança de espera, percurso considerado e adicionais.
Preços comparáveis usam a mesma definição de percurso e os mesmos adicionais.
Revise sua explicação
- Obtive R$ 32,00 para 8 km.
- Mostrei que 16 km custam R$ 52,00 porque há taxa fixa.
- Expliquei como conferiria percurso e adicionais para comparar serviços.
Espera e gorjeta não entram no preço calculado; a situação informa espera zero.
Voltar às situaçõesConferindo hora extra
Uma pessoa recebe R$ 18 por hora normal. A hora extra é paga com adicional de 50%. No período, fez 6 horas extras.
| Valor da hora normal | R$ 18,00 |
|---|---|
| Adicional de hora extra | 50% |
| Horas extras | 6 h |
| Faltas | 0 |
| Período | fechamento atual |
Calcule
Qual é o valor bruto correspondente às 6 horas extras?
18 × (1 + 0,50) = R$ 27,00 por hora extra; 27 × 6 = R$ 162,00 brutos.
Confira o sentido
Dizer que “50% de adicional” significa receber apenas metade do valor da hora está correto?
- Sim.
- Depende apenas da quantidade de horas.
- Não. É o valor normal mais 50% dele.
Referência: Não. É o valor normal mais 50% dele.
50% é um adicional ao valor normal; não substitui a hora inteira.
Decida
Ao conferir um demonstrativo, qual comparação é mais útil?
- Número de páginas × dias do mês.
- Cor do documento × valor líquido.
- Horas extras registradas × valor calculado da hora extra.
Referência: Horas extras registradas × valor calculado da hora extra.
Multiplicar as horas registradas pelo valor da hora extra permite conferir o bruto desse item.
Revise sua explicação
- Separei os R$ 18,00 da hora normal dos R$ 9,00 de adicional.
- Usei R$ 27,00 por hora e 6 h para obter R$ 162,00 brutos.
- Descrevi como conferiria quantidade de horas e regra informada, distinguindo bruto de líquido.
A taxa de 50% é a condição do exemplo; este cálculo não determina regras trabalhistas nem descontos de um pagamento real.
Voltar às situaçõesConferindo hora extra · novos dados
Uma atividade de fim de semana informa R$ 24,00 por hora normal e adicional de 25% sobre esse valor, para 4 horas.
| Hora normal | R$ 24,00/h |
|---|---|
| Adicional informado | 25% |
| Horas consideradas | 4 h |
Calcule
Qual valor bruto corresponde às 4 horas?
24 × 0,25 = 6; (24 + 6) × 4 = R$ 120,00 brutos, nas condições informadas.
Confira o sentido
Quanto vale cada hora com o adicional?
- R$ 6,00.
- R$ 30,00.
- R$ 24,25.
Referência: R$ 30,00.
25% de 24 = 6; 24 + 6 = 30.
Decida
O cálculo de R$ 120,00 determina o valor líquido recebido?
- Sim, nenhum outro item pode existir.
- Sim, adicional sempre elimina descontos.
- Não; descontos e outras condições precisam ser conhecidos.
Referência: Não; descontos e outras condições precisam ser conhecidos.
O cálculo é bruto e se limita à regra apresentada.
Revise sua explicação
- Calculei o adicional de R$ 6,00 e a hora de R$ 30,00.
- Multipliquei por 4 h, obtendo R$ 120,00 brutos.
- Distingui a condição matemática informada de regras e descontos de um pagamento real.
A taxa de 50% é a condição do exemplo; este cálculo não determina regras trabalhistas nem descontos de um pagamento real.
Voltar às situaçõesComprando piso sem faltar material
Uma cozinha retangular mede 4,2 m por 3,0 m. A recomendação é comprar 10% a mais de piso para cortes e perdas.
| Comprimento | 4,2 m |
|---|---|
| Largura | 3,0 m |
| Margem para perdas | 10% |
| Largura da porta | 0,80 m |
| Pé-direito | 2,70 m |
Calcule
Quantos m² de piso devem ser comprados considerando 10% de margem?
4,2 × 3,0 = 12,6 m². Com 10%: 12,6 × 1,10 = 13,86 m². 13,86 ÷ 2,2 = 6,3 caixas: comprar 7.
Confira o sentido
A medida da porta é necessária para calcular o piso de toda a área retangular?
- Sim, porque toda porta ocupa área do piso.
- Não, neste cálculo ela não altera a área do chão.
- Sim, sempre deve ser subtraída.
Referência: Não, neste cálculo ela não altera a área do chão.
A largura da porta não altera a área retangular do chão calculada.
Decida
Se as caixas cobrem 2,2 m² cada e não são vendidas fracionadas, quantas caixas são necessárias?
- 7 caixas.
- 5 caixas.
- 6 caixas.
Referência: 7 caixas.
Como as caixas são inteiras, arredonda-se para cima: 7 caixas cobrem 15,4 m².
Revise sua explicação
- Usei comprimento e largura em metros para calcular área em m².
- Acrescentei 10% à área de 12,6 m², obtendo 13,86 m².
- Justifiquei comprar 7 caixas, pois 6 cobrem somente 13,2 m².
A margem foi dada pelo exemplo; o piso real pode exigir outros recortes, perdas e escolha de lote.
Voltar às situaçõesComprando piso sem faltar material · novos dados
Uma sala retangular mede 5 m por 3,2 m. Planeja-se 12,5% a mais de piso para perdas; cada caixa cobre 2,5 m² e é vendida inteira.
| Comprimento | 5 m |
|---|---|
| Largura | 3,2 m |
| Margem | 12,5% |
| Cobertura por caixa | 2,5 m² |
Calcule
Qual área deve ser comprada, incluindo a margem?
5 × 3,2 = 16 m²; 16 × 1,125 = 18 m²; 18 ÷ 2,5 = 7,2 → 8 caixas.
Confira o sentido
Quantas caixas inteiras cobrem essa área?
- 7 caixas.
- 8 caixas.
- 6 caixas.
Referência: 8 caixas.
18 ÷ 2,5 = 7,2; 7 caixas cobrem 17,5 m², abaixo de 18.
Decida
Por que comprar 8 caixas?
- Porque é preciso arredondar para cima para cobrir toda a área prevista.
- Porque a largura deve ser somada ao comprimento.
- Porque qualquer resultado deve ser dobrado.
Referência: Porque é preciso arredondar para cima para cobrir toda a área prevista.
8 caixas cobrem 20 m², atendendo à área com margem.
Revise sua explicação
- Calculei 16 m² de chão e 18 m² com margem.
- Distingui m² de número de caixas.
- Justifiquei 8 caixas, comparando as coberturas de 7 e 8.
A margem foi dada pelo exemplo; o piso real pode exigir outros recortes, perdas e escolha de lote.
Voltar às situaçõesPlanejando uma pintura
Uma parede mede 5 m de largura por 2,8 m de altura. Há uma porta de 0,8 m × 2,1 m e uma janela de 1,5 m × 1,2 m.
| Parede | 5,0 m × 2,8 m |
|---|---|
| Porta | 0,8 m × 2,1 m |
| Janela | 1,5 m × 1,2 m |
| Demãos previstas | 2 |
| Cor | clara |
Calcule
Qual é a área que receberá tinta em uma demão, descontando porta e janela?
5 × 2,8 − 0,8 × 2,1 − 1,5 × 1,2 = 10,52 m². Duas demãos exigem 21,04 m² de cobertura.
Confira o sentido
Para duas demãos, a área de cobertura necessária da tinta fica aproximadamente duas vezes maior?
- Não, permanece a mesma quantidade de cobertura.
- Não, fica pela metade.
- Sim.
Referência: Sim.
A parede física não dobra; a cobertura total da tinta soma as duas aplicações.
Decida
Uma lata cobre 22 m². Para duas demãos nessa parede, uma lata é suficiente?
- Não, seriam necessários mais de 44 m².
- Não é possível saber mesmo com a cobertura informada.
- Sim, porque serão cerca de 21,04 m² de cobertura.
Referência: Sim, porque serão cerca de 21,04 m² de cobertura.
Uma lata com rendimento de 22 m² cobre 21,04 m² nas condições do modelo.
Revise sua explicação
- Descontei as áreas de porta e janela, obtendo 10,52 m² por demão.
- Distingui área da parede de cobertura para duas demãos: 21,04 m².
- Comparei essa cobertura aos 22 m² da lata e citei uma condição prática do rendimento.
O rendimento é o informado; absorção da parede, produto e perdas podem mudar a necessidade real.
Voltar às situaçõesPlanejando uma pintura · novos dados
Uma parede de 4 m por 3 m tem uma janela de 1 m por 1,5 m. Serão duas demãos. Cada lata rende 20 m² de cobertura nas condições indicadas.
| Parede | 4 m × 3 m |
|---|---|
| Janela | 1 m × 1,5 m |
| Demãos | 2 |
| Cobertura por lata | 20 m² |
Calcule
Qual é a área que recebe uma demão?
12 − 1,5 = 10,5 m²; duas demãos: 21 m². Uma lata de 20 m² não basta nesse modelo.
Confira o sentido
Qual cobertura total corresponde às duas demãos?
- 10,5 m².
- 21 m².
- 24 m².
Referência: 21 m².
10,5 × 2 = 21 m² de cobertura.
Decida
Uma lata de 20 m² basta nesse modelo?
- Sim, porque a parede tem 12 m² antes do desconto.
- Sim, porque a segunda demão não consome tinta.
- Não; são necessários 21 m² de cobertura.
Referência: Não; são necessários 21 m² de cobertura.
21 > 20. Se só são vendidas latas inteiras com esse rendimento, são necessárias 2.
Revise sua explicação
- Descontei 1,5 m² da janela, obtendo 10,5 m² por demão.
- Calculei 21 m² de cobertura para duas demãos.
- Comparei 21 com 20 e considerei o rendimento informado e as perdas reais.
O rendimento é o informado; absorção da parede, produto e perdas podem mudar a necessidade real.
Voltar às situaçõesSerá que o móvel passa?
Um tampo retangular mede 2,0 m por 0,9 m. A passagem crítica tem 2,1 m de diagonal disponível.
| Comprimento do tampo | 2,0 m |
|---|---|
| Largura do tampo | 0,9 m |
| Diagonal livre na passagem | 2,1 m |
| Peso | 28 kg |
| Espessura | 4 cm |
Calcule
Qual é aproximadamente a diagonal do tampo?
√(2² + 0,9²) = √4,81 ≈ 2,193 m, cerca de 2,19 m.
Confira o sentido
Comparando apenas essas diagonais, há folga geométrica?
- Sim; sobra cerca de 0,9 m.
- Sim; qualquer retângulo passa em qualquer diagonal.
- Não; a diagonal do tampo é maior que 2,1 m.
Referência: Não; a diagonal do tampo é maior que 2,1 m.
2,193 m > 2,1 m: a comparação das diagonais não mostra folga.
Decida
O que fazer antes de concluir que o móvel realmente não passa?
- Conferir também giro, espessura e outras dimensões do espaço real.
- Cortar o móvel imediatamente.
- Ignorar todas as outras medidas.
Referência: Conferir também giro, espessura e outras dimensões do espaço real.
Essa comparação isolada não decide se o tampo passa; giro, espessura e outras dimensões ainda precisam ser verificados.
Revise sua explicação
- Usei Pitágoras para a diagonal, mantendo as medidas em metros.
- Comparei cerca de 2,19 m com 2,1 m sem confundir diagonal com lado.
- Expliquei que essa desigualdade sozinha não prova a impossibilidade de transporte.
Passagem de um objeto envolve orientação e espaço de giro; esta é uma triagem por uma medida, não uma prova completa de passagem.
Voltar às situaçõesSerá que o móvel passa? · novos dados
Um painel retangular mede 1,8 m por 0,8 m. Uma passagem apresenta diagonal livre de 2,0 m. Você quer fazer uma primeira comparação.
| Comprimento do painel | 1,8 m |
|---|---|
| Largura do painel | 0,8 m |
| Diagonal livre | 2,0 m |
Calcule
Qual é a diagonal do painel, arredondada a duas casas?
√(1,8² + 0,8²) = √3,88 ≈ 1,97 m < 2,0 m; a passagem real ainda exige outras verificações.
Confira o sentido
Comparando apenas essas diagonais, o painel tem diagonal menor?
- Não; é maior que 2 m.
- Sim; cerca de 1,97 m é menor que 2 m.
- As duas diagonais são exatamente iguais.
Referência: Sim; cerca de 1,97 m é menor que 2 m.
√3,88 ≈ 1,96977 < 2.
Decida
Isso garante que o painel passa?
- Sim, a diagonal sozinha determina qualquer passagem.
- Sim, não é necessário conferir mais medidas.
- Ainda é preciso conferir giro, espessura e as demais dimensões.
Referência: Ainda é preciso conferir giro, espessura e as demais dimensões.
Uma comparação favorável de diagonais não é condição suficiente para a passagem real.
Revise sua explicação
- Obtive cerca de 1,97 m para a diagonal.
- Comparei a mesma unidade nas duas medidas.
- Evitei transformar essa comparação em garantia de passagem.
Passagem de um objeto envolve orientação e espaço de giro; esta é uma triagem por uma medida, não uma prova completa de passagem.
Voltar às situaçõesAjustando uma receita
Uma receita rende 6 porções e usa 450 g de um ingrediente. Você precisa preparar 10 porções.
| Rendimento original | 6 porções |
|---|---|
| Ingrediente principal | 450 g |
| Novo rendimento | 10 porções |
| Temperatura | 180 °C |
| Tempo de forno | 35 min |
Calcule
Quantos gramas desse ingrediente mantêm a mesma proporção para 10 porções?
450 ÷ 6 = 75 g por porção; 75 × 10 = 750 g. O fator é 10/6.
Confira o sentido
A temperatura do forno deve ser multiplicada por 10/6 junto com os ingredientes?
- Sim, porque toda medida de uma receita escala igual.
- Não necessariamente; rendimento e temperatura não seguem a mesma proporcionalidade.
- Sim, sempre.
Referência: Não necessariamente; rendimento e temperatura não seguem a mesma proporcionalidade.
Ingredientes proporcionais escalam com as porções; temperatura não segue necessariamente o mesmo fator.
Decida
Qual atitude reduz erro ao ampliar uma receita com vários ingredientes?
- Aumentar apenas o ingrediente mais caro.
- Somar 4 unidades a qualquer ingrediente.
- Aplicar o mesmo fator de escala às quantidades que são proporcionais.
Referência: Aplicar o mesmo fator de escala às quantidades que são proporcionais.
Aplicar o mesmo fator às quantidades proporcionais conserva a proporção da receita.
Revise sua explicação
- Relacionei 450 g a 6 porções, obtendo 75 g por porção.
- Usei o fator 10/6 para obter 750 g.
- Expliquei por que temperatura e tempo de forno precisam de avaliação própria.
A proporção de ingredientes é o foco; rendimento, utensílio e cocção reais podem exigir ajustes.
Voltar às situaçõesAjustando uma receita · novos dados
Uma bebida rende 8 copos com 1,2 L de mistura. Você precisa servir 14 copos do mesmo tamanho.
| Rendimento original | 8 copos |
|---|---|
| Mistura original | 1,2 L |
| Rendimento desejado | 14 copos |
Calcule
Quantos litros mantêm a mesma quantidade por copo?
1,2 ÷ 8 = 0,15 L = 150 mL por copo; 0,15 × 14 = 2,1 L.
Confira o sentido
Qual quantidade cabe em cada copo nesse modelo?
- 150 mL.
- 15 mL.
- 1.500 mL.
Referência: 150 mL.
1,2 L = 1.200 mL; 1.200 ÷ 8 = 150 mL.
Decida
O que conferir antes de aplicar esse cálculo?
- Somente a cor da bebida.
- Se os copos mantêm o mesmo tamanho e a mesma quantidade servida.
- Se o número 14 tem dois dígitos.
Referência: Se os copos mantêm o mesmo tamanho e a mesma quantidade servida.
A proporcionalidade depende de manter a quantidade por copo.
Revise sua explicação
- Obtive 2,1 L para 14 copos.
- Converti 0,15 L para 150 mL por copo.
- Identifiquei que copos e porções devem manter o mesmo tamanho.
A proporção de ingredientes é o foco; rendimento, utensílio e cocção reais podem exigir ajustes.
Voltar às situaçõesEstimando combustível para a viagem
Um veículo faz em média 12 km/L e a viagem prevista tem 288 km.
| Distância prevista | 288 km |
|---|---|
| Consumo médio | 12 km/L |
| Combustível disponível | 30 L |
| Pedágios | R$ 38,00 |
| Tempo estimado | 4 h 20 min |
Calcule
Quantos litros são estimados para percorrer os 288 km?
288 ÷ 12 = 24 L. Com 30 L, a margem estimada é 6 L; autonomia estimada: 360 km.
Confira o sentido
Com 30 L disponíveis, a estimativa indica uma margem de 6 L?
- Não, faltariam 6 L.
- Não, sobrariam 18 L.
- Sim.
Referência: Sim.
30 − 24 = 6 L de margem estimada.
Decida
Por que a estimativa não deve ser tratada como garantia absoluta?
- Porque distância não influencia combustível.
- Porque consumo real varia com trânsito, carga, velocidade e outras condições.
- Porque km/L nunca pode ser usado em cálculo.
Referência: Porque consumo real varia com trânsito, carga, velocidade e outras condições.
Consumo médio não é garantia: trânsito, carga e velocidade podem alterar o gasto.
Revise sua explicação
- Dividi 288 km por 12 km/L para obter 24 L.
- Comparei 24 L necessários aos 30 L disponíveis.
- Expliquei uma condição que pode alterar o consumo e como consideraria uma margem.
A margem é estimada; pedágios e tempo não entram nesta conta de litros.
Voltar às situaçõesEstimando combustível para a viagem · novos dados
Uma van precisa percorrer 315 km. O consumo médio considerado é 9 km/L e há 32 L disponíveis.
| Distância | 315 km |
|---|---|
| Consumo médio | 9 km/L |
| Combustível disponível | 32 L |
Calcule
Quantos litros a estimativa exige?
315 ÷ 9 = 35 L; com 32 L, faltam 3 L na estimativa, antes de considerar variações.
Confira o sentido
Como comparar essa necessidade ao combustível disponível?
- Sobram 3 L.
- Faltam 3 L na estimativa.
- Há exatamente o necessário.
Referência: Faltam 3 L na estimativa.
35 − 32 = 3 L de insuficiência estimada.
Decida
Qual planejamento usa essa informação com cuidado?
- Planejar abastecimento e considerar variações do consumo.
- Confiar que 32 L sempre percorrem 315 km.
- Ignorar a distância.
Referência: Planejar abastecimento e considerar variações do consumo.
A necessidade estimada já supera o disponível; condições reais podem alterar a margem.
Revise sua explicação
- Calculei 35 L usando km e km/L.
- Identifiquei a falta estimada de 3 L.
- Planejei abastecimento sem tratar o consumo médio como garantia.
A margem é estimada; pedágios e tempo não entram nesta conta de litros.
Voltar às situaçõesAcompanhando um reservatório
Uma torneira enche um reservatório a 15 L/min. O reservatório já tem 120 L e ficará aberto por 18 minutos.
| Entrada de água | 15 L/min |
|---|---|
| Volume inicial | 120 L |
| Tempo aberto | 18 min |
| Capacidade máxima | 450 L |
| Saída durante o período | 0 L/min |
Calcule
Qual será o volume depois de 18 minutos, sem saída de água?
120 + (15 − 0) × 18 = 390 L. Restam 450 − 390 = 60 L de capacidade; 60 ÷ 15 = 4 min.
Confira o sentido
O reservatório transborda nesse período?
- Não, porque 390 L é menor que 450 L.
- Não é possível comparar volume com capacidade.
- Sim, em 18 minutos.
Referência: Não, porque 390 L é menor que 450 L.
390 L está abaixo da capacidade de 450 L.
Decida
Por quanto tempo adicional, aproximadamente, ele poderia continuar enchendo antes de atingir 450 L?
- 15 minutos.
- 30 minutos.
- 4 minutos.
Referência: 4 minutos.
Quatro minutos adicionais atingem a capacidade, sob vazão constante e saída zero.
Revise sua explicação
- Somei volume inicial e entrada em 18 min, sem saída.
- Comparei 390 L com a capacidade de 450 L.
- Calculei 4 min adicionais e explicitei as condições de vazão e saída.
A previsão vale enquanto a vazão permanece constante e não há saída; atingir a capacidade pede interromper ou controlar a entrada.
Voltar às situaçõesAcompanhando um reservatório · novos dados
Um tanque tem 80 L. Entram 12 L/min e saem 2 L/min durante 20 min, com taxas constantes. A capacidade é 300 L.
| Volume inicial | 80 L |
|---|---|
| Entrada | 12 L/min |
| Saída | 2 L/min |
| Tempo | 20 min |
| Capacidade | 300 L |
Calcule
Qual volume haverá após 20 min?
80 + (12 − 2) × 20 = 280 L; (300 − 280) ÷ 10 = 2 min até a capacidade.
Confira o sentido
Qual capacidade ainda está livre?
- 20 L.
- 100 L.
- 220 L.
Referência: 20 L.
300 − 280 = 20 L.
Decida
Mantidas as taxas, em quantos minutos adicionais atinge 300 L?
- 10 min.
- 2 min.
- 20 min.
Referência: 2 min.
A taxa líquida é 10 L/min; 20 ÷ 10 = 2 min.
Revise sua explicação
- Usei a vazão líquida de 10 L/min.
- Obtive 280 L e comparei com 300 L.
- Justifiquei 2 min adicionais mantendo entrada e saída constantes.
A previsão vale enquanto a vazão permanece constante e não há saída; atingir a capacidade pede interromper ou controlar a entrada.
Voltar às situaçõesLendo o histórico de consumo
Uma conta traz os últimos quatro consumos: 180, 210, 190 e 260 kWh.
| Mês 1 | 180 kWh |
|---|---|
| Mês 2 | 210 kWh |
| Mês 3 | 190 kWh |
| Mês 4 | 260 kWh |
| Leitura atual | 260 kWh |
Calcule
Qual é a média de consumo desses quatro meses?
(180 + 210 + 190 + 260) ÷ 4 = 210 kWh. O último mês está 50 kWh acima da média.
Confira o sentido
O mês de 260 kWh ficou acima da média em 50 kWh?
- Não, ficou 10 kWh abaixo.
- Não, ficou exatamente na média.
- Sim.
Referência: Sim.
260 − 210 = 50 kWh acima, não 50%.
Decida
Para investigar o aumento do último mês, qual dado adicional seria útil?
- A ordem alfabética dos moradores.
- Mudanças de uso, número de pessoas ou equipamentos no período.
- A cor da fatura.
Referência: Mudanças de uso, número de pessoas ou equipamentos no período.
Mudanças de uso, pessoas ou equipamentos ajudam a investigar, sem provar uma causa só pela média.
Revise sua explicação
- Usei os quatro meses uma vez cada, obtendo 210 kWh.
- Comparei 260 kWh com a média e distingui diferença em kWh de percentual.
- Propus investigar mudanças de uso sem concluir causa só pelos números.
A média resume os quatro meses; não mostra sozinha por que houve aumento.
Voltar às situaçõesLendo o histórico de consumo · novos dados
Um registro de água apresenta 12, 15, 18 e 15 m³ nos quatro meses. Você compara o terceiro mês ao consumo médio.
| Mês 1 | 12 m³ |
|---|---|
| Mês 2 | 15 m³ |
| Mês 3 | 18 m³ |
| Mês 4 | 15 m³ |
Calcule
Qual é a média dos quatro meses?
60 ÷ 4 = 15 m³; 18 − 15 = 3 m³ acima da média, sem identificação automática da causa.
Confira o sentido
O terceiro mês ficou quanto acima da média?
- 3 m³.
- 3%.
- 18 m³.
Referência: 3 m³.
18 − 15 = 3 m³; a diferença percentual seria 20%.
Decida
A média revela a causa desse aumento?
- Sim, prova que houve vazamento.
- Sim, prova que chegou outro morador.
- Não; é preciso investigar uso e outras condições.
Referência: Não; é preciso investigar uso e outras condições.
O registro quantifica a diferença, mas não identifica sua causa.
Revise sua explicação
- Calculei média de 15 m³.
- Expressei a diferença de 3 m³ com a unidade correta.
- Indiquei um dado adicional para investigar a causa.
A média resume os quatro meses; não mostra sozinha por que houve aumento.
Voltar às situaçõesComparando rendas de um grupo
Cinco rendas mensais fictícias são R$ 1.800, R$ 2.000, R$ 2.100, R$ 2.300 e R$ 9.800.
| Pessoa A | R$ 1.800 |
|---|---|
| Pessoa B | R$ 2.000 |
| Pessoa C | R$ 2.100 |
| Pessoa D | R$ 2.300 |
| Pessoa E | R$ 9.800 |
Calcule
Qual é a mediana dessas cinco rendas?
Em ordem: 1.800, 2.000, 2.100, 2.300, 9.800. Mediana = R$ 2.100; média = 18.000 ÷ 5 = R$ 3.600.
Confira o sentido
A média será puxada para cima pelo valor de R$ 9.800?
- Não, média e mediana são sempre iguais.
- Sim.
- Não, média nunca muda com valores extremos.
Referência: Sim.
R$ 9.800 eleva a média; a mediana continua sendo o terceiro valor.
Decida
Se você quiser descrever uma renda “típica” desse pequeno grupo, qual medida merece ser observada junto da média?
- A mediana.
- A diferença entre primeiro e segundo nome.
- A quantidade de letras nos nomes.
Referência: A mediana.
Observar mediana e distribuição junto da média evita representar o grupo apenas pelo valor extremo.
Revise sua explicação
- Expliquei que a mediana é o valor central depois de ordenar as cinco rendas.
- Comparei mediana de R$ 2.100 com média de R$ 3.600.
- Indiquei o efeito da renda de R$ 9.800 sem afirmar que a mediana descreve toda a distribuição.
São cinco pessoas; média e mediana não substituem conhecer a distribuição nem generalizam para outra população.
Voltar às situaçõesComparando rendas de um grupo · novos dados
Cinco tempos de espera de um serviço foram 8, 9, 10, 11 e 42 min. Você quer resumir esse pequeno conjunto.
| Tempo A | 8 min |
|---|---|
| Tempo B | 9 min |
| Tempo C | 10 min |
| Tempo D | 11 min |
| Tempo E | 42 min |
Calcule
Qual é a mediana dos tempos?
Mediana: 10 min. Média: 80 ÷ 5 = 16 min. O valor de 42 min aumenta a média.
Confira o sentido
Qual é a média desses tempos?
- 10 min.
- 16 min.
- 42 min.
Referência: 16 min.
(8 + 9 + 10 + 11 + 42) ÷ 5 = 80 ÷ 5 = 16.
Decida
Qual resumo ajuda a perceber o valor extremo?
- Apresentar média de 16 min, mediana de 10 min e os valores do conjunto.
- Apresentar só 42 min como tempo de todas as pessoas.
- Afirmar que média e mediana são sempre iguais.
Referência: Apresentar média de 16 min, mediana de 10 min e os valores do conjunto.
As duas medidas e a distribuição mostram o efeito de 42 min.
Revise sua explicação
- Identifiquei a mediana de 10 min.
- Calculei a média de 16 min e o efeito de 42 min.
- Evitei usar um único resumo como descrição completa.
São cinco pessoas; média e mediana não substituem conhecer a distribuição nem generalizam para outra população.
Voltar às situaçõesInterpretando uma pesquisa
Em uma pesquisa fictícia com 240 respostas, 156 pessoas escolheram ampliar o horário de atendimento de um serviço.
| Respostas válidas | 240 |
|---|---|
| Favoráveis | 156 |
| Demais respostas | 84 |
| Período | 7 dias |
| Canal | formulário |
Calcule
Qual percentual das respostas válidas foi favorável?
156 ÷ 240 × 100 = 65%. As demais 84 respostas representam 35%.
Confira o sentido
Podemos afirmar apenas com esses números que 65% de todos os moradores pensam assim?
- Não; conhecemos apenas as respostas da amostra indicada.
- Sim, porque qualquer pesquisa representa toda a população.
- Sim, obrigatoriamente.
Referência: Não; conhecemos apenas as respostas da amostra indicada.
65% descreve os respondentes válidos, não necessariamente todos os moradores.
Decida
Qual informação ajuda a avaliar melhor a pesquisa?
- Como as pessoas foram convidadas e quem respondeu.
- O tamanho da fonte usada no título.
- A cor do formulário.
Referência: Como as pessoas foram convidadas e quem respondeu.
Convite, seleção e perfil de resposta ajudam a avaliar se a amostra representa a população.
Revise sua explicação
- Usei 240 respostas válidas como denominador dos 156 favoráveis.
- Expressei 65% como percentual das respostas, não de todos os moradores.
- Indiquei que conheceria a forma de convite e quem respondeu antes de generalizar.
Não há informação de amostragem suficiente para estimar margem de erro ou representação dos moradores.
Voltar às situaçõesInterpretando uma pesquisa · novos dados
Um formulário de uma escola recebeu 180 respostas válidas. 117 pessoas apoiaram uma mudança e 63 não apoiaram.
| Respostas válidas | 180 |
|---|---|
| Apoio | 117 |
| Demais respostas | 63 |
Calcule
Qual percentual das respostas válidas apoiou a mudança?
117 ÷ 180 × 100 = 65% das respostas válidas; isso não prova o percentual de toda a escola.
Confira o sentido
Os números provam que 65% de toda a escola apoia?
- Sim, toda resposta representa qualquer pessoa.
- Não; o percentual descreve as respostas válidas.
- Sim, mesmo sem conhecer quem respondeu.
Referência: Não; o percentual descreve as respostas válidas.
O total e a seleção de respondentes não descrevem necessariamente toda a escola.
Decida
Que informação melhora a interpretação?
- Só a cor do formulário.
- Só o dia da semana.
- Quem pôde responder, como foi convidado e se houve uma resposta por pessoa.
Referência: Quem pôde responder, como foi convidado e se houve uma resposta por pessoa.
A forma de coleta e a composição da amostra afetam a interpretação.
Revise sua explicação
- Usei 180 como denominador, obtendo 65%.
- Distingui respondentes de toda a escola.
- Indiquei uma verificação sobre seleção ou duplicidade de respostas.
Não há informação de amostragem suficiente para estimar margem de erro ou representação dos moradores.
Voltar às situaçõesÀ vista ou parcelado?
Um produto custa R$ 1.080 à vista ou 12 parcelas de R$ 99.
| Preço à vista | R$ 1.080 |
|---|---|
| Quantidade de parcelas | 12 |
| Valor da parcela | R$ 99 |
| Entrada | R$ 0 |
| Frete | grátis |
Calcule
Qual é o custo total do parcelamento?
12 × 99 = R$ 1.188,00; 1.188 − 1.080 = R$ 108,00 a mais que à vista.
Confira o sentido
O parcelamento custa R$ 108 a mais que o pagamento à vista?
- Não, é mais barato.
- Sim.
- Não, custa R$ 12 a mais.
Referência: Sim.
A diferença é R$ 108,00, equivalente a 10% do preço à vista.
Decida
Qual comparação é indispensável antes de escolher?
- Somente o número de dígitos do preço.
- Custo total e impacto da parcela no orçamento.
- Somente o tamanho da parcela.
Referência: Custo total e impacto da parcela no orçamento.
Custo total e capacidade de pagar cada parcela precisam ser considerados; a escolha pessoal depende do orçamento.
Revise sua explicação
- Multipliquei quantidade e valor das parcelas para obter R$ 1.188,00.
- Comparei ao preço à vista e registrei a diferença de R$ 108,00.
- Expliquei como avaliaria disponibilidade de dinheiro e compromisso mensal, sem escolher só pela parcela menor.
Não foram modelados rendimentos do dinheiro, inflação, multas ou outras condições de crédito.
Voltar às situaçõesÀ vista ou parcelado? · novos dados
Um equipamento custa R$ 900,00 à vista ou 10 parcelas de R$ 96,00, sem entrada e sem outros encargos informados.
| À vista | R$ 900,00 |
|---|---|
| Parcelas | 10 |
| Valor de cada parcela | R$ 96,00 |
Calcule
Qual é o total parcelado?
10 × 96 = R$ 960,00; diferença de R$ 60,00. A decisão depende de disponibilidade e compromissos mensais.
Confira o sentido
Quanto o parcelado custa a mais?
- R$ 6,00.
- R$ 60,00.
- R$ 96,00.
Referência: R$ 60,00.
960 − 900 = 60.
Decida
Qual decisão pode ser justificada com esses dados?
- Sempre parcelar, independentemente do orçamento.
- Sempre pagar à vista, mesmo comprometendo despesas essenciais.
- Comparar a economia de R$ 60,00 com a disponibilidade à vista e o compromisso de R$ 96,00 por mês.
Referência: Comparar a economia de R$ 60,00 com a disponibilidade à vista e o compromisso de R$ 96,00 por mês.
Os números mostram o custo; o orçamento orienta uma escolha viável.
Revise sua explicação
- Calculei R$ 960,00 e diferença de R$ 60,00.
- Considerei o compromisso de R$ 96,00 por mês.
- Expliquei uma condição do orçamento que orientaria a escolha.
Não foram modelados rendimentos do dinheiro, inflação, multas ou outras condições de crédito.
Voltar às situaçõesConferindo um pagamento em atraso
Uma cobrança de R$ 240 terá acréscimo total de 3% quando paga na condição indicada no aviso fictício.
| Valor original | R$ 240,00 |
|---|---|
| Acréscimo total informado | 3% |
| Situação considerada | condição do aviso |
| Canal de pagamento | digital |
| Referência | FT-204 |
Calcule
Qual será o valor com acréscimo de 3%?
240 × 0,03 = R$ 7,20 de acréscimo; 240 + 7,20 = R$ 247,20.
Confira o sentido
Somar 3 reais seria o mesmo que acrescentar 3%?
- Não; 3% de R$ 240 corresponde a R$ 7,20.
- Sim, porque 3% = R$ 3 em qualquer conta.
- Sim, percentual sempre significa o mesmo número em reais.
Referência: Não; 3% de R$ 240 corresponde a R$ 7,20.
3% depende da base; R$ 3,00 não corresponde a 3% de R$ 240,00.
Decida
Ao receber uma cobrança real, o que deve ser conferido antes de calcular?
- A regra efetivamente informada no documento/contrato, datas e valores.
- Apenas o nome da empresa.
- Uma taxa inventada de memória.
Referência: A regra efetivamente informada no documento/contrato, datas e valores.
Antes de calcular uma cobrança real, conferir a regra e as datas evita inventar uma taxa.
Revise sua explicação
- Usei R$ 240,00 como base dos 3%.
- Separei o acréscimo de R$ 7,20 do total de R$ 247,20.
- Indiquei que conferiria regra, datas e valores da cobrança real.
3% é o acréscimo total informado neste exemplo; não é uma regra geral por dia ou por mês.
Voltar às situaçõesConferindo um pagamento em atraso · novos dados
Um aviso informa preço original de R$ 180,00 e acréscimo total de 4%, já referente à condição considerada.
| Preço original | R$ 180,00 |
|---|---|
| Acréscimo total informado | 4% |
Calcule
Qual é o total com esse acréscimo?
180 × 0,04 = R$ 7,20; total R$ 187,20, segundo o acréscimo total informado.
Confira o sentido
Qual é o valor do acréscimo?
- R$ 4,00.
- R$ 7,20.
- R$ 72,00.
Referência: R$ 7,20.
180 × 0,04 = 7,20.
Decida
Esse aviso permite usar 4% como taxa diária em outra cobrança?
- Sim, a taxa vale para qualquer documento.
- Sim, percentual informado sempre é diário.
- Não; é preciso conhecer a regra e o período da outra cobrança.
Referência: Não; é preciso conhecer a regra e o período da outra cobrança.
O exemplo informa um acréscimo total, sem defini-lo como taxa diária.
Revise sua explicação
- Usei R$ 180,00 como base de 4%.
- Distingui R$ 7,20 de acréscimo do total de R$ 187,20.
- Evitei aplicar a taxa a outra cobrança sem conhecer a regra.
3% é o acréscimo total informado neste exemplo; não é uma regra geral por dia ou por mês.
Voltar às situaçõesMontando um orçamento mensal
Uma renda líquida fictícia de R$ 3.200 precisa cobrir despesas fixas de R$ 1.850, despesas variáveis previstas de R$ 850 e uma reserva planejada de R$ 250.
| Renda líquida | R$ 3.200 |
|---|---|
| Despesas fixas | R$ 1.850 |
| Variáveis previstas | R$ 850 |
| Reserva planejada | R$ 250 |
| Renda extra | R$ 0 |
Calcule
Quanto resta depois dessas três destinações?
3.200 − 1.850 − 850 − 250 = R$ 250,00. Se variáveis aumentam R$ 300,00: saldo = −R$ 50,00.
Confira o sentido
Esse saldo de R$ 250 deve ser interpretado como garantia de sobra?
- Sim, porque orçamento elimina imprevistos.
- Sim, qualquer previsão é garantia.
- Não; despesas variáveis podem mudar e imprevistos podem ocorrer.
Referência: Não; despesas variáveis podem mudar e imprevistos podem ocorrer.
R$ 250,00 é uma previsão de saldo, não uma garantia contra imprevistos.
Decida
Se as despesas variáveis aumentarem R$ 300, o que acontece mantendo todo o resto?
- O orçamento fica R$ 50 acima da renda prevista.
- Nada muda.
- Ainda sobram R$ 550.
Referência: O orçamento fica R$ 50 acima da renda prevista.
O aumento de R$ 300,00 supera a sobra em R$ 50,00 e exige rever o plano.
Revise sua explicação
- Separei despesas e reserva planejada da renda de R$ 3.200,00.
- Calculei R$ 250,00 de saldo previsto e −R$ 50,00 após o aumento.
- Propus acompanhar ou ajustar uma categoria sem tratar a previsão como garantia.
A reserva é uma destinação do dinheiro; o exemplo não avalia escolhas pessoais nem substitui conhecer outras despesas.
Voltar às situaçõesMontando um orçamento mensal · novos dados
Um planejamento prevê renda de R$ 2.800,00, despesas fixas de R$ 1.600,00, variáveis de R$ 700,00 e reserva de R$ 300,00.
| Renda líquida | R$ 2.800,00 |
|---|---|
| Fixas | R$ 1.600,00 |
| Variáveis | R$ 700,00 |
| Reserva planejada | R$ 300,00 |
Calcule
Quanto resta após essas destinações?
2800 − 1600 − 700 − 300 = R$ 200,00; com mais R$ 250,00 de variáveis, saldo −R$ 50,00.
Confira o sentido
Se variáveis aumentarem R$ 250,00, qual saldo resulta mantendo o resto?
- R$ 450,00.
- −R$ 50,00.
- R$ 200,00.
Referência: −R$ 50,00.
200 − 250 = −50.
Decida
Qual ação usa a previsão com cuidado?
- Acompanhar gastos e rever destinações para que o plano caiba na renda.
- Considerar que a previsão elimina imprevistos.
- Ignorar o aumento de despesas.
Referência: Acompanhar gastos e rever destinações para que o plano caiba na renda.
O saldo negativo sinaliza necessidade de rever o planejamento.
Revise sua explicação
- Obtive R$ 200,00 de saldo previsto.
- Mostrei o saldo de −R$ 50,00 após o aumento.
- Expliquei uma forma de acompanhar e rever o plano.
A reserva é uma destinação do dinheiro; o exemplo não avalia escolhas pessoais nem substitui conhecer outras despesas.
Voltar às situaçõesOrganizando uma escala
Uma pequena equipe precisa cobrir três turnos. Ana não pode à noite; Bruno só pode tarde ou noite; Carla não pode de manhã.
| Ana | manhã ou tarde |
|---|---|
| Bruno | tarde ou noite |
| Carla | tarde ou noite |
| Turnos | manhã · tarde · noite |
| Regra | uma pessoa por turno |
Calcule
Quantas pessoas estão disponíveis para o turno da manhã?
Só Ana pode trabalhar de manhã: 1 pessoa disponível. As escalas válidas são Ana/Bruno/Carla e Ana/Carla/Bruno, em manhã/tarde/noite.
Confira o sentido
Se Ana ficar de manhã e Bruno à tarde, Carla pode cobrir a noite sem violar as restrições?
- Não, Carla só pode de manhã.
- Não, Bruno é obrigado a ficar à noite.
- Sim.
Referência: Sim.
Ana de manhã, Bruno à tarde e Carla à noite atende a todas as disponibilidades.
Decida
Qual estratégia é mais eficiente ao montar a escala?
- Escolher qualquer pessoa para qualquer turno e corrigir depois.
- Ignorar as restrições até o final.
- Começar pelo turno com menos opções disponíveis.
Referência: Começar pelo turno com menos opções disponíveis.
Começar pela manhã, o turno com uma única opção, reduz escolhas que levariam a bloqueios.
Revise sua explicação
- Identifiquei que apenas Ana está disponível de manhã.
- Apresentei uma escala que cobre os três turnos com uma pessoa diferente em cada um.
- Expliquei por que começar pela restrição mais forte ajuda a organizar.
O exemplo usa uma pessoa por turno e não considera duração, descanso ou outras condições reais de trabalho.
Voltar às situaçõesOrganizando uma escala · novos dados
Três voluntários devem cobrir manhã, tarde e noite, um turno por pessoa. Davi pode manhã ou tarde; Eva só tarde; Fábio manhã ou noite.
| Davi | manhã ou tarde |
|---|---|
| Eva | somente tarde |
| Fábio | manhã ou noite |
| Cobertura | uma pessoa diferente por turno |
Calcule
Quantas pessoas podem cobrir a noite?
Noite: somente Fábio. Tarde: Eva. Manhã: Davi. Essa é a única escala que usa uma pessoa diferente por turno.
Confira o sentido
Qual escala atende a todas as condições?
- Davi manhã, Eva tarde, Fábio noite.
- Eva manhã, Davi tarde, Fábio noite.
- Fábio manhã, Eva tarde, Davi noite.
Referência: Davi manhã, Eva tarde, Fábio noite.
Fábio é o único disponível à noite; Eva fica à tarde e Davi de manhã.
Decida
Qual dado é decisivo para começar?
- A ordem alfabética dos nomes.
- A ausência de alternativas para a noite e para Eva à tarde.
- O tamanho dos nomes.
Referência: A ausência de alternativas para a noite e para Eva à tarde.
As disponibilidades únicas fixam a solução neste conjunto.
Revise sua explicação
- Identifiquei Fábio como único disponível à noite.
- Apresentei a escala Davi/Eva/Fábio em manhã/tarde/noite.
- Justifiquei começar pelos turnos ou pessoas com menos opções.
O exemplo usa uma pessoa por turno e não considera duração, descanso ou outras condições reais de trabalho.
Voltar às situaçõesOrdenando uma rota de entregas
Há três paradas: A, B e C. B precisa ocorrer depois de A. C pode ocorrer em qualquer momento. A saída e o retorno são no ponto Base.
| Restrição principal | B depois de A |
|---|---|
| Parada C | sem precedência |
| Início | Base |
| Fim | Base |
| Paradas | A · B · C |
Calcule
Entre as 6 ordens possíveis de A, B e C, quantas respeitam A antes de B?
As seis ordens são ABC, ACB, BAC, BCA, CAB e CBA. Válidas com A antes de B: ABC, ACB e CAB, total 3.
Confira o sentido
A ordem C → A → B respeita a restrição?
- Sim.
- Não, porque B aparece depois de A.
- Não, porque C precisa ser a última.
Referência: Sim.
C → A → B atende à precedência A antes de B.
Decida
Depois de filtrar as ordens válidas, o que você compararia para escolher a rota?
- A ordem alfabética obrigatoriamente.
- Distância, tempo, custo ou outro critério relevante.
- A quantidade de letras dos endereços.
Referência: Distância, tempo, custo ou outro critério relevante.
Após filtrar ordens válidas, escolher exige um critério como distância, tempo ou janela de entrega.
Revise sua explicação
- Listei ou justifiquei as 3 ordens com A antes de B.
- Distingui atender à precedência de otimizar distância ou tempo.
- Indiquei um critério ou restrição real para comparar as rotas válidas.
Não há distâncias nem tempos no documento; não é possível apontar a rota mais curta.
Voltar às situaçõesOrdenando uma rota de entregas · novos dados
Você visita três locais P, Q e R, começando e terminando na base. Q precisa ser visitado antes de R; P não tem precedência.
| Visitas | P · Q · R |
|---|---|
| Restrição | Q antes de R |
| Início e fim | Base |
Calcule
Quantas das 6 ordens respeitam Q antes de R?
Ordens válidas: PQR, QPR, QRP. São 3; sem tempos ou distâncias, não se identifica a mais rápida.
Confira o sentido
Qual ordem atende à restrição?
- R → P → Q.
- P → R → Q.
- Q → P → R.
Referência: Q → P → R.
Q aparece antes de R na ordem QPR.
Decida
Podemos afirmar qual das ordens válidas é a mais rápida?
- Não; faltam tempos, distâncias e outras condições.
- Sim, a ordem alfabética é sempre mais rápida.
- Sim, a ordem escolhida na conferência é obrigatoriamente a mais rápida.
Referência: Não; faltam tempos, distâncias e outras condições.
Precedência não informa tempo de viagem.
Revise sua explicação
- Encontrei PQR, QPR e QRP como ordens válidas.
- Verifiquei Q antes de R na ordem escolhida.
- Expliquei quais dados faltam para escolher a mais rápida.
Não há distâncias nem tempos no documento; não é possível apontar a rota mais curta.
Voltar às situaçõesEncaixando atendimentos
Há uma janela das 13h às 17h. Três serviços duram 80, 60 e 45 minutos, e é necessário intervalo de 15 minutos entre serviços.
| Janela disponível | 13h–17h (240 min) |
|---|---|
| Serviço A | 80 min |
| Serviço B | 60 min |
| Serviço C | 45 min |
| Intervalos | 15 min entre serviços |
Calcule
Quantos minutos são necessários para os três serviços com dois intervalos?
80 + 60 + 45 + 2 × 15 = 215 min. A janela tem 240 min; margem de 25 min.
Confira o sentido
Os três serviços cabem na janela de 240 minutos?
- Não, faltam 25 minutos.
- Sim, com 25 minutos de margem.
- Cabem exatamente, sem margem.
Referência: Sim, com 25 minutos de margem.
215 ≤ 240: os três serviços cabem com 25 min livres.
Decida
Se surgir um serviço de 40 minutos, qual conclusão é correta mantendo todo o resto?
- Cabe se ignorarmos a duração.
- Não cabe sem reorganizar ou ampliar a janela.
- Cabe porque ainda há 25 minutos.
Referência: Não cabe sem reorganizar ou ampliar a janela.
Um serviço extra de 40 min já supera a margem de 25 min; mantendo intervalos entre todos, ainda acrescenta outro intervalo.
Revise sua explicação
- Somei os três serviços e exatamente dois intervalos, obtendo 215 min.
- Comparei com 240 min e calculei margem de 25 min.
- Expliquei que mais 40 min não cabem, e que um novo serviço também exige rever os intervalos.
Intervalos ocorrem entre serviços; atrasos, deslocamento e preparação adicionais não foram incluídos.
Voltar às situaçõesEncaixando atendimentos · novos dados
Você dispõe de 180 min para três atendimentos de 50, 45 e 40 min. Há 10 min de intervalo entre atendimentos.
| Janela | 180 min |
|---|---|
| Atendimento A | 50 min |
| Atendimento B | 45 min |
| Atendimento C | 40 min |
| Intervalo | 10 min entre atendimentos |
Calcule
Quanto tempo ocupam os três atendimentos e os dois intervalos?
135 + 20 = 155 min. Com novo serviço: 155 + 20 + 10 = 185 min, acima da janela de 180 min.
Confira o sentido
Quanto tempo sobra na janela?
- 25 min.
- 45 min.
- 10 min.
Referência: 25 min.
180 − 155 = 25.
Decida
Mais um atendimento de 20 min, mantendo 10 min entre todos, cabe?
- Sim; basta comparar 20 com 25 e ignorar o novo intervalo.
- Não; acrescenta 20 + 10 min e ocupa 185 min ao todo.
- Sim; ainda sobram 25 min depois dele.
Referência: Não; acrescenta 20 + 10 min e ocupa 185 min ao todo.
Quatro atendimentos exigem três intervalos; 155 + 20 + 10 = 185 > 180.
Revise sua explicação
- Calculei 155 min com dois intervalos.
- Identifiquei a margem de 25 min.
- Incluí o terceiro intervalo ao testar o atendimento extra, obtendo 185 min.
Intervalos ocorrem entre serviços; atrasos, deslocamento e preparação adicionais não foram incluídos.
Voltar às situaçõesEstimando uma conta por consumo
Em um modelo fictício simplificado, há uma cobrança fixa de R$ 28 mais R$ 0,72 por kWh consumido.
| Parcela fixa | R$ 28,00 |
|---|---|
| Valor por kWh | R$ 0,72 |
| Consumo considerado | 250 kWh |
| Outros itens | não considerados |
| Modelo | simplificado |
Calcule
Qual valor o modelo prevê para 250 kWh?
28 + 0,72 × 250 = R$ 208,00. A parcela variável é R$ 180,00.
Confira o sentido
Esse resultado deve ser usado como previsão exata de uma conta real?
- Não; o próprio documento diz que é um modelo simplificado.
- Sim, porque tributos nunca alteram contas.
- Sim, modelos sempre reproduzem todos os itens.
Referência: Não; o próprio documento diz que é um modelo simplificado.
O documento declara modelo simplificado, sem todos os itens da fatura.
Decida
Para aproximar o modelo de uma conta real, qual passo é necessário?
- Remover o consumo da fórmula.
- Trocar apenas a cor do gráfico.
- Incluir as regras e componentes realmente cobrados na fatura.
Referência: Incluir as regras e componentes realmente cobrados na fatura.
Aproximar uma conta real exige incluir os componentes e as regras efetivamente cobrados.
Revise sua explicação
- Separei parcela fixa de R$ 28,00 e variável de R$ 180,00.
- Obtive R$ 208,00 e explicitei que é resultado do modelo simplificado.
- Indiquei que conferiria tributos, tarifas e outros componentes antes de comparar com uma fatura real.
A taxa do exemplo não representa uma tarifa vigente nem contém todos os componentes reais da conta.
Voltar às situaçõesEstimando uma conta por consumo · novos dados
Um modelo didático de abastecimento cobra R$ 16,00 fixos e R$ 3,20 por m³ consumido, sem outros componentes. O consumo considerado é 25 m³.
| Parcela fixa | R$ 16,00 |
|---|---|
| Preço por m³ | R$ 3,20/m³ |
| Consumo | 25 m³ |
| Escopo | modelo sem outros componentes |
Calcule
Qual total esse modelo prevê?
16 + 3,20 × 25 = R$ 96,00; para 50 m³, R$ 176,00. São previsões do modelo simplificado.
Confira o sentido
Se o consumo dobrar para 50 m³, o total será?
- R$ 192,00.
- R$ 176,00.
- R$ 96,00.
Referência: R$ 176,00.
16 + 3,20 × 50 = 176; o fixo não dobra.
Decida
Como usar o modelo diante de uma conta real?
- Como valor garantido de toda conta.
- Ignorando qualquer componente adicional.
- Comparando as regras reais e acrescentando componentes que o modelo omitiu.
Referência: Comparando as regras reais e acrescentando componentes que o modelo omitiu.
O resultado pertence ao modelo declarado e não garante uma fatura real.
Revise sua explicação
- Calculei R$ 96,00 separando fixo e variável.
- Expliquei R$ 176,00 para 50 m³, sem dobrar o fixo.
- Distingui o modelo dos componentes de uma conta real.
A taxa do exemplo não representa uma tarifa vigente nem contém todos os componentes reais da conta.
Voltar às situaçõesComparando deslocamentos no mês
Opção A custa R$ 12 por dia e leva 70 min. Opção B custa R$ 18 por dia e leva 45 min. Considere 22 dias de deslocamento.
| Opção A · custo | R$ 12/dia |
|---|---|
| Opção A · tempo | 70 min |
| Opção B · custo | R$ 18/dia |
| Opção B · tempo | 45 min |
| Dias no mês | 22 |
Calcule
Quanto a Opção B custa a mais no mês do que a Opção A?
(18 − 12) × 22 = R$ 132,00 a mais por mês. Tempo economizado: 70 − 45 = 25 min/dia; em 22 dias, 550 min = 9 h 10 min.
Confira o sentido
A Opção B economiza 25 minutos por dia?
- Não, leva mais tempo.
- Sim.
- Não, economiza 15 minutos.
Referência: Sim.
A opção B economiza 25 min por dia nas condições dadas.
Decida
Existe uma única “melhor” opção sem definir prioridade?
- Não; a decisão depende do peso atribuído a custo, tempo e outros fatores.
- Sim, a mais rápida é sempre melhor.
- Sim, a mais barata é sempre melhor.
Referência: Não; a decisão depende do peso atribuído a custo, tempo e outros fatores.
Não há melhor opção universal: custo, tempo e outras prioridades precisam ser explicitados.
Revise sua explicação
- Comparei R$ 6,00 a mais por dia e R$ 132,00 por mês.
- Relacionei esse gasto aos 25 min economizados por dia.
- Expliquei uma prioridade e uma condição do orçamento que justificariam escolher A ou B.
Tempos e custos diários são os informados; conforto, segurança e variação no trajeto não foram medidos.
Voltar às situaçõesComparando deslocamentos no mês · novos dados
Em 20 dias do mês, a opção C custa R$ 10 por dia e leva 60 min; a opção D custa R$ 16 por dia e leva 40 min.
| C · custo | R$ 10/dia |
|---|---|
| C · tempo | 60 min/dia |
| D · custo | R$ 16/dia |
| D · tempo | 40 min/dia |
| Dias | 20 |
Calcule
Quanto D custa a mais no mês?
Diferença: R$ 120,00/mês. Economia de tempo: 400 min = 6 h 40 min/mês, nas condições dadas.
Confira o sentido
Quanto tempo D economiza no mês?
- 20 min.
- 400 min, ou 6 h 40 min.
- 1.200 min.
Referência: 400 min, ou 6 h 40 min.
(60 − 40) × 20 = 400 min = 6 h 40 min.
Decida
Qual escolha pode ser coerente?
- C ou D, conforme a prioridade e a disponibilidade de R$ 120,00 adicionais.
- Só D, pois rapidez sempre decide tudo.
- Só C, pois custo sempre decide tudo.
Referência: C ou D, conforme a prioridade e a disponibilidade de R$ 120,00 adicionais.
A troca é explícita: R$ 120,00 por 400 min economizados no mês; preferências e orçamento importam.
Revise sua explicação
- Calculei R$ 120,00 adicionais no mês.
- Comparei ao ganho de 400 min, convertendo para 6 h 40 min.
- Justifiquei C ou D com prioridade e orçamento, sem impor uma opção universal.
Tempos e custos diários são os informados; conforto, segurança e variação no trajeto não foram medidos.
Voltar às situaçõesPlanejando uma pequena venda
Uma produção fictícia tem custo fixo de R$ 300, custo variável de R$ 8 por unidade e preço de venda de R$ 20 por unidade.
| Custo fixo | R$ 300 |
|---|---|
| Custo por unidade | R$ 8 |
| Preço por unidade | R$ 20 |
| Estoque inicial | 0 |
| Período | simulação |
Calcule
Quantas unidades precisam ser vendidas para a receita igualar o custo total?
20x = 300 + 8x → 12x = 300 → x = 25. Com 20 unidades: receita R$ 400, custo R$ 460.
Confira o sentido
Vender 20 unidades cobre todos os custos nesse modelo?
- Não; a receita seria R$ 400 e o custo R$ 460.
- Sim, porque 20 unidades × R$ 20 sempre cobre qualquer custo.
- Sim, sobrariam R$ 60.
Referência: Não; a receita seria R$ 400 e o custo R$ 460.
Vender 20 unidades deixa déficit de R$ 60,00 neste modelo.
Decida
Depois do ponto de equilíbrio, cada unidade adicional contribui com quanto antes de outros custos não modelados?
- R$ 20.
- R$ 12.
- R$ 8.
Referência: R$ 12.
Cada unidade adicional contribui R$ 20 − R$ 8 = R$ 12,00, antes de custos não modelados.
Revise sua explicação
- Separei custo fixo de R$ 300,00 e variável de R$ 8,00 por unidade.
- Usei contribuição de R$ 12,00 por unidade para obter equilíbrio em 25 unidades.
- Citei um custo real ausente, distinguindo receita, custo e contribuição de lucro completo.
O equilíbrio é do modelo; impostos, perdas, taxas e outros custos podem alterar o resultado real.
Voltar às situaçõesPlanejando uma pequena venda · novos dados
Uma oficina vende um item por R$ 25,00. Seu custo variável é R$ 9,00 por item e o custo fixo considerado é R$ 320,00.
| Custo fixo | R$ 320,00 |
|---|---|
| Custo por item | R$ 9,00 |
| Preço por item | R$ 25,00 |
Calcule
Quantos itens igualam a receita ao custo total deste modelo?
25x = 320 + 9x → x = 20. Receita e custo R$ 500,00; contribuição adicional R$ 16,00 por item.
Confira o sentido
Com 20 itens, quais são receita e custo?
- Receita R$ 500,00 e custo R$ 500,00.
- Receita R$ 500,00 e custo R$ 180,00.
- Receita R$ 320,00 e custo R$ 500,00.
Referência: Receita R$ 500,00 e custo R$ 500,00.
20 × 25 = 500; 320 + 20 × 9 = 500.
Decida
Cada item além do equilíbrio contribui com quanto antes de outros custos?
- R$ 25,00.
- R$ 16,00.
- R$ 9,00.
Referência: R$ 16,00.
25 − 9 = R$ 16,00 de contribuição por item.
Revise sua explicação
- Calculei contribuição de R$ 16,00 por item e equilíbrio em 20 itens.
- Conferi receita e custo de R$ 500,00 no equilíbrio.
- Indiquei um custo ausente antes de tratar a contribuição como lucro completo.
O equilíbrio é do modelo; impostos, perdas, taxas e outros custos podem alterar o resultado real.
Voltar às situações