Juros simples
A taxa é aplicada sempre ao capital inicial C.
Crescimento linear: o acréscimo por período é constante.
A diferença essencial está na base de cálculo. Nos juros simples, a taxa incide sempre sobre o capital inicial. Nos compostos, a base muda a cada período.
O mesmo percentual pode gerar crescimentos muito diferentes dependendo de como a base evolui.
A taxa é aplicada sempre ao capital inicial C.
Crescimento linear: o acréscimo por período é constante.
A taxa é aplicada ao montante acumulado de cada período.
Crescimento exponencial: o acréscimo por período muda.
Veja o que acontece quando a base permanece fixa ou passa a ser o montante anterior.
| t | Juros do período | Montante |
|---|---|---|
| 0 | — | 1.000 |
| 1 | 100 | 1.100 |
| 2 | 100 | 1.200 |
| 3 | 100 | 1.300 |
| t | Juros do período | Montante |
|---|---|---|
| 0 | — | 1.000 |
| 1 | 100 | 1.100 |
| 2 | 110 | 1.210 |
| 3 | 121 | 1.331 |
Nos simples, diferenças iguais. Nos compostos, fatores multiplicativos iguais.
Taxa e tempo precisam usar o mesmo período. Se a taxa é mensal, o tempo deve ser contado em meses ou a taxa precisa ser convertida de modo coerente.
Isso produziria juros simples. Nos compostos, a base é atualizada a cada período.
Em compostos, 10% por dois períodos significa multiplicar por 1,1 duas vezes: 1,1²=1,21, isto é, aumento acumulado de 21%, e não 20%.
Compare os dois modelos com a mesma taxa.
Simples: juros mensais = 5% de 2.000 = 100.
Após 3 meses: M=2.000+3·100=2.300.
Compostos: M=2.000·1,05³.
1,05³=1,157625, então M=R$ 2.315,25 neste cálculo idealizado.
Compare o afastamento entre os modelos conforme o tempo aumenta. O laboratório usa taxas positivas constantes e períodos inteiros.