a>1
A função exponencial é estritamente crescente. Exemplo: 2ˣ.
Na função exponencial f(x)=aˣ, com a>0 e a≠1, a variável aparece no expoente e cada aumento unitário em x multiplica o valor por a. O logaritmo responde à pergunta inversa: a que expoente devemos elevar a base para obter determinado valor positivo?
Em f(x)=aˣ, aumentar x em 1 multiplica o valor da função por a.
Para f(x)=2ˣ: f(0)=1, f(1)=2, f(2)=4, f(3)=8. Os aumentos absolutos não são constantes, mas a razão entre valores consecutivos é 2.
A função exponencial é estritamente crescente. Exemplo: 2ˣ.
A função exponencial é estritamente decrescente. Exemplo: (1/2)ˣ.
2³=8 e log₂(8)=3 expressam a mesma relação.
“A que expoente devo elevar 2 para obter 8?” A resposta é 3.
A base positiva mantém aˣ real e positiva para todo x real.
Se a=1, a função fica constante e não possui inversa logarítmica.
Essa propriedade não existe. Para argumentos positivos, logₐ(xy)=logₐx+logₐy; a soma comum não se transforma dessa maneira.
A base 1 não é permitida porque 1ˣ é sempre 1 e não produz uma função invertível.
Se 0<a<1, a função aˣ é decrescente.
O logaritmo pode ser entendido antes mesmo de usar qualquer calculadora.
Pergunte: qual potência de 3 produz 81?
3¹=3, 3²=9, 3³=27 e 3⁴=81.
Logo, x=4 e, de forma equivalente, log₃(81)=4.
O laboratório usa bases maiores que 1 para destacar crescimento. O caso de decaimento 0<a<1 foi tratado conceitualmente acima.