Somar partes numa multiplicação
Metade de um terço é menor que um terço: 1/2×1/3=1/6.
Multiplicar por uma fração pode representar escala ou uma fração de outra quantidade. Dividir por uma fração pode ser interpretado como perguntar quantos grupos daquele tamanho cabem na quantidade disponível.
A palavra “de” muitas vezes indica multiplicação: 1/2 de 20, 3/4 de uma hora, 2/3 de 3/4 de uma unidade.
Em 2/3×3/4, um modelo de área divide a unidade em 3 partes numa direção e 4 na outra. A sobreposição ocupa 6 de 12 partes: 6/12=1/2.
Como 3/4=6/8, cabem 6 grupos de 1/8 em 3/4. Aqui a divisão mede quantos grupos do tamanho do divisor correspondem ao dividendo.
Se x=(a/b)÷(c/d), com b≠0, d≠0 e c≠0, então x·(c/d)=a/b. Multiplicando ambos os lados por d/c, obtemos x=(a/b)·(d/c). É daí que surge o algoritmo de multiplicar pelo inverso do divisor.
Em a/b e c/d, precisamos de b≠0 e d≠0.
Na divisão (a/b)÷(c/d), o divisor deve ser diferente de zero; portanto também precisamos de c≠0.
O inverso multiplicativo de c/d é d/c somente quando c/d é não nulo.
Metade de um terço é menor que um terço: 1/2×1/3=1/6.
Há dois meios em uma unidade. Por isso 1÷1/2=2. Dividir uma quantidade positiva por um número positivo entre 0 e 1 a aumenta.
Quando c/d≠0, dividimos multiplicando pelo inverso do divisor: (a/b)×(d/c).
2/3 de 3/4=2/3×3/4=6/12=1/2.
A estimativa confirma: tomar 2/3 de uma quantidade positiva deve produzir menos que 3/4.
3/4÷1/8=3/4×8/1=6. Equivalentemente, 3/4=6/8: cabem 6 oitavos.
Se 3/4÷1/8=6, então 6×1/8=6/8=3/4. A multiplicação reconstrói o dividendo.
Os controles usam frações positivas com denominadores não nulos; na divisão, o numerador do divisor também permanece positivo para garantir divisor não nulo.